Ave, Quintana! por Martha Medeiros

´´Sexta-feira, 19 de março de 2010 Ave, Quintana!

Frases soltas, espirituosas e poéticas de um dos nossos maiores poetas, Mario Quintana.
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Nós somos o que temos e o que sofremos
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Diplomacia: ter a idade da pessoa com quem se fala
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Filosofia é, em última análise, a triste arte de ficar do lado de fora das coisas
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Que este mundo pode ser que não preste, mas é tão bom de ver.
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Nunca me senti bem nas salas de estar. Salas de estar... Mas de estar o quê?
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Sonhar é acordar-se para dentro.
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Um poeta que se explica parece que está se desculpando.
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Não se devia permitir nos relógios de parede esses ponteiros que marcam os segundos: eles nos envelhecem muito mais do que o ponteiro das horas.
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Os extrovertidos são julgados normais. Quanto aos introvertidos, chegam a submetê-los a tratamento. Mas para curá-los de quê? De não poderem ser chatos, como os outros?
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O passado não reconhece o seu lugar: está sempre presente.
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Mas que susto não irão levar essas velhas carolas se Deus existe mesmo.
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Amizade: quando o silêncio a dois não se torna incômodo.
Amor: quando o silêncio a dois se torna cômodo.
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Não gosto de estar dormindo nem de estar morto perto de ninguém.
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Decifrar palavras cruzadas é uma forma tranquila de desespero.
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O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.
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Com o tempo, não vamos ficando sozinhos apenas pelos que se foram: vamos ficando sozinhos uns dos outros.
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Beijos!"
Fonte: BLOG DA MARTHA MEDEIROS

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Autor Desconhecido
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